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Mobilidade corporal: modismo fitness ou a chave da saúde no futuro?

Entenda a ciência por trás desse movimento

Tempo de leitura: 5 minutos

Você já reparou como a mobilidade corporal virou assunto obrigatório nas academias? Influencers alongando, atletas rolando no chão antes do treino, pessoas fazendo movimentos estranhos com elásticos… Mas será que essa onda de exercícios de mobilidade é só mais uma moda passageira do mundo fitness ou existe ciência de verdade por trás disso?

A resposta é simples: mobilidade não é modinha. É necessidade, principalmente se você quer chegar nos 60, 70 anos e continuar vivendo com autonomia.

Mobilidade importa mais do que você imagina

Diferente da flexibilidade — que é apenas a capacidade de alongar um músculo —, a mobilidade é sobre controle de movimento. É conseguir mover suas articulações em toda a amplitude que elas foram feitas para ter, com força e estabilidade.

Pensa assim: de que adianta alcançar os pés se você não consegue agachar para pegar algo no chão sem travar a coluna? A mobilidade junta flexibilidade, força e coordenação num pacote só.

Além disso, a falta dela é porta de entrada para lesões. Quando uma articulação não se move direito, outra compensa — e aí começam as dores no joelho, no quadril, na lombar.

Não é papo de coach!

Aqui vai um dado interessante: segundo estudos de biomecânica, grande parte das lesões em atividades físicas acontece porque o corpo não estava preparado para aquele movimento. A articulação travada força músculos e tendões além da conta.

Por isso, treinar mobilidade é como fazer manutenção preventiva do corpo. Você ganha amplitude, melhora a postura, evita compensações e reduz drasticamente o risco de se machucar — seja na academia, correndo na praia ou simplesmente carregando compras.

E tem mais: a mobilidade melhora a performance. Atletas sabem disso. Um agachamento mais profundo, uma passada mais longa, um movimento mais eficiente — tudo passa por articulações saudáveis.

Envelhecimento e mobilidade

Agora vem a parte séria: conforme envelhecemos, perdemos mobilidade naturalmente. As articulações ficam mais rígidas, os tecidos perdem elasticidade, e movimentos que antes eram automáticos começam a pesar.

Isso impacta diretamente a qualidade de vida. Perder a capacidade de se abaixar, girar o tronco ou levantar os braços acima da cabeça significa perder independência. Significa precisar de ajuda para vestir uma roupa, pegar algo no armário ou entrar no carro.

Porém, a boa notícia é que dá para reverter (ou pelo menos desacelerar muito) esse processo. Estudos mostram que exercícios regulares de amplitude articular mantêm o corpo funcional por muito mais tempo.

Mobilidade no treino sem complicação

Não, você não precisa virar contorcionista — mas se quiser pode — Exercícios simples, feitos com consistência, já fazem diferença:

Rotação de quadril, círculos com os ombros, agachamentos profundos, giro de tornozelo. Movimentos básicos que acordam as articulações e preparam o corpo.

Idealmente, faça isso antes do treino como aquecimento. Mas se não rolar, vale até nos intervalos do dia — principalmente se você fica muito tempo sentado.

Outra dica: modalidades como yoga, pilates e treinamento funcional são ótimos aliados. Essas práticas trabalham mobilidade de forma integrada, sem monotonia, e ainda melhoram força e equilíbrio.

Acompanhamento profissional faz toda a diferença

Buscar orientação especializada pode fazer toda a diferença na sua saúde e longevidade. A Trasmontano Saúde, com mais de 93 anos de tradição no cuidado com a saúde, oferece atendimento completo em fisioterapia e outros tratamentos através de sua rede de centros médicos.

Com profissionais qualificados e uma estrutura moderna, a operadora disponibiliza consultas que avaliam individualmente as necessidades de mobilidade de cada paciente. 

Portanto, em vez de seguir trends de redes sociais ou copiar exercícios sem contexto, conte com orientação profissional com especialistas que podem elaborar planos de exercícios personalizados, considerando idade, histórico de lesões, condições articulares e objetivos individuais.

Mobilidade é investimento para o futuro

Muita gente acha que dedicar 10, 15 minutos para mobilidade é “perder tempo” que poderia estar levantando peso ou correndo. Mas é exatamente o contrário.

Você investe esse tempo agora para não perder meses (ou anos) parado por conta de uma lesão boba. Investe para treinar melhor, com mais qualidade e menos dor. E principalmente: investe para ter um corpo que funciona bem lá na frente.

Inclusive, assim como você cuida da pele no verão para prevenir problemas futuros, cuidar da mobilidade é pensar no seu corpo a longo prazo.

Afinal, envelhecer todo mundo envelhece. A questão é: você quer envelhecer com autonomia ou dependendo dos outros para as tarefas mais simples? A resposta está, literalmente, em como você move seu corpo hoje.

Essa matéria é uma publieditorial em parceria com a Transmontano Saúde.

Vitor Fagundes
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