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Vizinho ajuda vizinho: como a economia colaborativa muda a vida nos prédios

Transformação na vida condominial não é apenas uma moda passageira. É um retorno aos valores de comunidade

Tempo de leitura: 5 minutos

Quem mora em Santos sabe: vivemos em uma cidade vertical. Do Gonzaga à Ponta da Praia, passando pelo Embaré e pela Zona Noroeste, a vida acontece nos elevadores e áreas comuns. Mas o que estamos fazendo com essa proximidade?

A economia colaborativa chegou para provar que aquele vizinho do 502 pode ser muito mais do que alguém para quem você dá um “bom dia” apressado. Uma revolução silenciosa (e muito positiva) está acontecendo nos nossos condomínios.

O que está acontecendo nos prédios santistas?

Santos tem uma característica única: somos uma das cidades mais verticalizadas do país, mas mantemos aquela alma de cidade pequena onde todo mundo se conhece. A nova tendência nos prédios da orla e dos bairros residenciais é resgatar o espírito de “vila”, mas com um toque moderno.

www.juicysantos.com.br - Vizinho ajuda vizinho como a economia colaborativa muda a vida nos prédiosFoto: Getty Images

Nos edifícios da orla e também nos bairros residenciais, uma nova cultura floresce. Moradores organizam grupos de WhatsApp para trocar indicações, emprestar ferramentas e até mesmo compartilhar caronas para o trabalho. Além disso, muitos têm criado sistemas informais de troca de serviços: alguém que sabe consertar computadores ajuda o vizinho que, em troca, oferece aulas de inglês para os filhos.

Essa tendência reflete um movimento global de consumo colaborativo que chegou forte aos condomínios. 

Não é só sobre emprestar uma xícara de açúcar. É sobre entender que, numa cidade onde o metro quadrado é disputado, compartilhar recursos é inteligente. Por que cada um dos 40 apartamentos precisa ter uma furadeira se ela passa 360 dias do ano guardada?

Exemplos práticos que funcionam

Diversos prédios em Santos já adotaram iniciativas interessantes. Por exemplo, alguns condomínios criaram “bibliotecas compartilhadas” no hall de entrada, onde moradores deixam e pegam livros livremente. Outros implementaram grupos de compras coletivas, conseguindo descontos em supermercados e feiras ao fazer pedidos em maior quantidade.

Há casos de vizinhos que se organizam para contratar serviços em conjunto, como personal trainers para aulas no salão de festas ou professores particulares para as crianças do prédio. 

E esse movimento ajuda a quebrar bolhas. Pensa em um jovem casal que domina a tecnologia e pode ajudar a configurar o Wi-Fi da vizinha idosa ou da aposentada que faz um bolo de laranja incrível trocando receitas (e fatias!) por caronas até o supermercado.

Essa rede de apoio é inclusiva e mostra que, independentemente da idade ou profissão, todo mundo tem algo a oferecer. É o fim do isolamento social dentro do próprio prédio.

Desafios da convivência colaborativa

Entretanto, nem tudo são flores nesse novo modelo de convivência. Questões práticas surgem: como garantir que todos cumpram com suas obrigações nas trocas? O que fazer quando alguém pega emprestado e não devolve? Como lidar com dinheiro envolvido sem criar desconfortos?

Justamente por isso, muitos condomínios têm buscado apoio profissional para mediar essas relações. Uma administradora experiente pode ajudar a estabelecer regras claras, criar canais oficiais de comunicação e até mesmo formalizar algumas iniciativas colaborativas dentro do regimento interno.

Harmonia em tempos de colaboração

Claro que, na empolgação, nem tudo são flores. O que fazer se a furadeira voltar quebrada? Como organizar a agenda do salão de festas para as aulas de yoga?

Para que a economia compartilhada funcione bem, é fundamental estabelecer algumas diretrizes. Primeiramente, a comunicação precisa ser transparente e respeitosa. Além disso, é importante documentar acordos, mesmo que informais, para evitar mal-entendidos futuros.

Outro ponto crucial é respeitar os limites de cada um. Nem todos os moradores querem participar ativamente dessas trocas, e isso precisa ser aceito sem julgamentos. Portanto, as iniciativas colaborativas devem sempre ser opcionais e inclusivas.

Facilitando a convivência colaborativa

Para que iniciativas de economia compartilhada funcionem adequadamente em condomínios, é fundamental contar com uma administração que entenda as necessidades modernas dos moradores. O Grupo Yamam, referência em soluções para condomínios na Baixada Santista e região metropolitana de São Paulo, oferece serviços especializados que vão desde portaria e segurança até limpeza e gestão de áreas comuns.

Com mais de 16 anos de atuação no mercado, a empresa já atendeu milhares de clientes e capacitou mais de 2.500 colaboradores. O diferencial está justamente em compreender que cada condomínio tem suas particularidades. 

Além disso, a tecnologia aplicada pela empresa permite que condomínios tenham sistemas eficientes de comunicação entre moradores, síndicos e administração. Isso facilita muito quando é preciso coordenar ações colaborativas, divulgar iniciativas de troca de serviços ou organizar eventos coletivos. Portanto, ter uma administração parceira faz toda diferença para que a economia colaborativa prospere sem gerar conflitos.

Para quem está pensando em implementar práticas colaborativas no próprio condomínio, o primeiro passo é conversar com outros moradores e identificar interesses comuns. Em seguida, vale consultar a administração do prédio para entender como formalizar essas iniciativas de maneira que beneficie a todos, mantendo sempre a boa convivência como prioridade máxima.

Santos abraça o futuro da convivência

A cidade praiana tem se destacado nesse movimento de vizinhança colaborativa. Talvez pela proximidade com a praia e o estilo de vida mais descontraído, os santistas parecem mais abertos a essas novas formas de convivência. Consequentemente, os condomínios locais têm servido de exemplo para outras cidades da Baixada Santista.

Essa transformação na vida condominial não é apenas uma moda passageira. Representa, na verdade, um retorno aos valores de comunidade e solidariedade, agora adaptados à realidade urbana moderna. Quando vizinhos se ajudam, todos saem ganhando: economizam dinheiro, fazem novos amigos e criam um ambiente mais acolhedor para viver.

Essa matéria é uma publieditorial em parceria com o Grupo Yamam.

Vitor Fagundes
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