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Verão, praia e condomínio: como não se estressar na alta temporada

Janeiro chegou e, com ele, os desafios de viver em prédios litorâneos durante o período mais movimentado do ano

Tempo de leitura: 7 minutos

O sol brilha forte, a areia está quentinha e o mar está perfeito. Janeiro em Santos e região é sinônimo de praias lotadas, turistas animados e… condomínios em alerta máximo. Se você mora ou administra um prédio na orla, já sabe: a alta temporada traz alegria para a cidade, mas também uma dose generosa de preocupação para síndicos e moradores. Portanto, é essencial saber como proteger e seu patrimônio na alta temporada.

A verdade é que esta é a época em que os condomínios litorâneos enfrentam seus maiores desafios. O movimento aumenta, os apartamentos são alugados para terceiros e aquela portaria tranquila se transforma num verdadeiro hub de entrada e saída de pessoas. E aí vem a pergunta que não quer calar: como manter a segurança sem transformar o prédio em um bunker?

O fenômeno dos banhistas 

Todo mundo que mora perto da praia já viveu essa cena: são 11h da manhã de um sábado ensolarado e aquele grupo de pessoas fica ali na porta do prédio, esperando. Alguns entram, outros ficam do lado de fora. É a famosa questão dos banhistas.

A legislação brasileira garante o acesso livre às praias, e isso é maravilhoso. Afinal, o mar é de todos. Mas o que acontece quando esse direito esbarra nas áreas privadas dos condomínios? A confusão está instalada. A calçada é pública, o saguão é privado. A areia da praia é livre, mas o corredor do prédio não é.

O problema maior surge quando proprietários alugam seus apartamentos e, além dos inquilinos, recebem “visitantes extras” que acabam usando as áreas comuns do condomínio sem estarem devidamente registrados. Piscina vira clube, churrasqueira vira restaurante e o salão de festas se transforma em casa de veraneio coletiva. Resultado: conflitos, reclamações e síndicos de cabelo em pé.

Locações para terceiros e o risco invisível

Alugar o apartamento para temporada virou praticamente um segundo salário para muitos proprietários. Plataformas digitais facilitaram tudo e, em poucos cliques, aquele apê que ficava vazio o ano inteiro está gerando renda. Mas junto com o lucro vem uma responsabilidade que muita gente esquece: você está colocando estranhos dentro do seu condomínio.

Não estamos falando de paranoia, mas de precaução. Nem todo inquilino temporário é um problema, claro. A maioria das pessoas que aluga imóveis para férias quer apenas aproveitar a praia com a família. Mas existem casos onde a falta de fiscalização abre brecha para situações complicadas.

Festas não autorizadas, barulho excessivo, uso inadequado das instalações e até danos ao patrimônio são mais comuns do que se imagina. Sem contar que, em alguns casos extremos, apartamentos alugados acabam sendo usados para atividades ilícitas. Por isso, o controle de acesso precisa ser rigoroso sem ser chato, eficiente sem ser burocrático.

O papel crucial da portaria na temporada

Se existe um herói no verão dos condomínios de praia, esse herói é o porteiro. Ele é quem está ali na linha de frente, lidando com o fluxo intenso de pessoas, mediando conflitos e tomando decisões rápidas o tempo todo.

Mas vamos combinar: não dá para jogar todo o peso dessa responsabilidade nas costas de uma pessoa sozinha. A portaria precisa estar equipada, treinada e, principalmente, respaldada por regras claras. Sem isso, o profissional fica perdido entre atender bem e garantir segurança.

Um bom sistema de identificação, cadastro prévio de visitantes e comunicação direta com os proprietários faz toda diferença. Tecnologia ajuda muito nesse processo. Aplicativos que permitem ao morador autorizar visitantes à distância, por exemplo, agilizam o acesso sem comprometer a segurança. E câmeras de monitoramento, além de inibirem ações suspeitas, servem como registro importante caso algo dê errado.

Regras que funcionam 

Ninguém gosta de regras excessivas. Aquele regulamento interno com 47 páginas e letra miúda só serve para ficar engavetado e ser ignorado por todo mundo. O segredo está em criar normas simples, claras e aplicáveis.

Por exemplo, exigir que proprietários informem previamente sobre locações temporárias não é chato, é bom senso. Assim, a portaria sabe quem esperar e os inquilinos já chegam com as informações corretas. Nada de “sou amigo do dono” sem confirmação.

Outra medida eficaz é limitar o número de visitantes por apartamento nas áreas comuns. Alugou para seis pessoas? Ótimo, essas seis podem usar a piscina. Mas não dá para aparecer com quinze amigos de improviso. Parece óbvio, mas a falta dessa definição causa muita dor de cabeça.

Horário de silêncio também não é opcional. Das 22h às 8h, o volume abaixa, simples assim. E isso vale para todo mundo: morador fixo, inquilino temporário e visitante. A festa de reveillon pode rolar até meia-noite, mas depois disso, respeito ao próximo é lei.

Segurança inteligente

Aumentar a segurança não significa transformar o condomínio em uma fortaleza inacessível. Ninguém quer passar férias sentindo que está entrando em um presídio. O equilíbrio está em adotar medidas eficientes que funcionem de forma discreta.

Investir em tecnologia é fundamental. Controle de acesso por biometria ou senha, interfones com vídeo e sistemas integrados de monitoramento ajudam muito. Mas mais importante que a tecnologia é ter profissionais capacitados operando esses sistemas. De nada adianta ter a melhor câmera do mundo se ninguém verifica as imagens.

Empresas especializadas em gestão condominial, como o Grupo Yamam, entendem essas nuances e oferecem soluções completas que vão desde a capacitação da equipe até a implementação de protocolos de segurança adequados para cada realidade. Não é sobre gastar mais, é sobre gastar bem.

Comunicação salva relacionamentos (e condomínios)

Sabe qual é o maior erro de um síndico durante a temporada? Achar que todo mundo já sabe as regras. Spoiler: não sabe. Principalmente quem está chegando de fora.

Por isso, comunicação é tudo. Enviar um informativo simples antes do início da temporada, explicando as principais regras e canais de contato, evita noventa por cento dos problemas. Pode ser por WhatsApp, e-mail ou até um cartaz na portaria. O importante é a informação chegar.

E não custa lembrar os proprietários sobre suas responsabilidades. Quem aluga o apartamento também aluga a dor de cabeça que o inquilino pode trazer. Deixar isso claro antes de fechar o contrato de locação faz toda diferença. Afinal, problemas causados por inquilinos refletem diretamente no proprietário.

O Grupo Yamam ajuda a melhorar sua vida em condomínio

Este é um conteúdo apoiado pelo Grupo Yamam, referência em soluções completas para condomínios na Baixada Santista e região metropolitana de São Paulo. Com mais de 16 anos de mercado, oferece serviços especializados que garantem o bom funcionamento e a valorização dos empreendimentos residenciais e comerciais, que vão desde limpeza até segurança patrimonial, com o apoio de tecnologia avançada e atendimento personalizado.

O verão pode ser bom para todo mundo

No fim das contas, é possível sim viver (ou passar férias) em um condomínio de praia sem estresse. Basta que cada um faça sua parte. Proprietários informam sobre locações, inquilinos respeitam as regras, moradores fixos exercitam a paciência e a administração mantém tudo funcionando com eficiência.

Santos e a Baixada Santista são lugares incríveis, e o verão aqui é uma delícia. Não precisa estragar a vibe com conflitos desnecessários. Com organização, diálogo e, principalmente, segurança bem planejada, todo mundo sai ganhando.

Que venham os próximos meses de sol, praia e, quem sabe, um condomínio mais tranquilo e seguro para todos. Afinal, férias são para descansar, não para criar problemas. E quando a segurança está bem resolvida, o descanso vem naturalmente.

Essa matéria é uma publieditorial em parceria com o Grupo Yamam.

Vitor Fagundes
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