Vem ver a cobertura do 1º dia do Festival GOMO de Criatividade 2026
Acompanhe a cobertura completa do maior evento de criatividade da Baixada Santista
Neste fim de semana, o coração criativo de Santos bate mais forte na terceira edição do Festival GOMO de Criatividade, maior evento gratuito de criatividade e inovação da região.
Realizado no Juicyhub, o festival reúne empreendedores, artistas, makers, designers e pensadores para trocar ideias de verdade, por dois dias, com acessibilidade, networking genuíno e 100% gratuito.

GOMO é a sigla para Grandes Oportunidades para Mudar o Óbvio e a proposta está longe de ser só um nome bonito para gravar no crachá. O festival nasceu em Santos com uma missão clara: democratizar o acesso ao conhecimento e ao ecossistema criativo. É gratuito, como sempre foi, porque aprender e se inspirar não deveria ser privilégio de quem pode pagar por isso.
O GOMO acontece no encerramento do mês em que se comemora o Dia Mundial da Criatividade e Inovação (WCID), data criada pela canadense Marci Segal em 2001 e reconhecida oficialmente pela ONU desde 2017. Com uma programação diversa e inspiradora, o evento se firma como um espaço de troca, aprendizado e fortalecimento do ecossistema criativo local.
Ludmilla Rossi, CEO do JuicyHub, abriu o festival com uma confissão pessoal. Desta vez, decidiu não ocupar o palco como de costume. A condução ficou por conta da mestre de cerimônias Ju Bordallo.
Ainda assim, Ludmilla fez questão de marcar presença e celebrar o terceiro ano do GOMO. Segundo ela, esta é a maior edição já realizada pelo JuicyHub. A afirmação vem acompanhada de alguns motivos claros: a força do time, a qualidade dos convidados e a rede de apoio construída ao redor do projeto.
Em seguida, ela puxou aplausos para a equipe, responsável por tirar o evento do papel.
“Quero começar contando um pouco do que vai rolar. Teremos feira, lançamento de dois livros, espaço para crianças, JuicyCafé e muito mais”, afirmou.
Além disso, agradeceu aos patrocinadores, com destaque para o Ministério do Empreendedorismo.
“É um presente para a cidade de Santos. Um patrocínio federal que torna tudo isso possível.”
Ludmilla também destacou o apoio da Adobe e reconheceu o papel dos demais parceiros e mantenedores, essenciais para viabilizar o festival.
Na sequência, ela convidou André Falchi, diretor do Departamento de Inovação e Economia Criativa de Santos.
Falchi reforçou a importância da pauta na cidade.
“O prefeito Rogério Santos é um entusiasta da economia criativa. Conseguimos transformar essa agenda em política pública. Desde 2015, Santos tem o selo da UNESCO e seguimos trabalhando para ampliar esse posicionamento. Muito disso também passa pelo trabalho da Ludmilla”, afirmou.
Na sequência, Brenno, sócio da SB7, subiu ao palco e compartilhou a visão da empresa sobre criatividade.
“Na SB7, falamos muito sobre criatividade, mas sempre com o foco em entender onde ela entra no negócio. No começo, tratávamos isso de forma mais técnica. Com o tempo, percebemos que era algo muito maior e também estratégico para os nossos clientes. Hoje, mostramos que o serviço não é só montar equipamentos, mas explicar como cada escolha melhora a experiência dos eventos”, afirmou.
Logo depois, Ludmilla chamou Amanda Silva, analista de marketing da Adobe.
“Eu sempre fico impressionada ao ver essa comunidade criativa reunida em um sábado de manhã. Para a Adobe, estar aqui é muito importante, porque estamos celebrando a criatividade de todos”, destacou.
Além disso, alguns creators da Adobe também marcaram presença no evento, reforçando essa conexão com a comunidade.
Em seguida, foi a vez de Liz Soares subir ao palco para falar sobre a participação da São Judas Unimonte.
“É uma felicidade enorme representar a São Judas em um evento tão especial. Nosso projeto vai além das salas de aula. Por isso, agradeço ao Juicy por essa parceria, que leva inovação e criatividade aos nossos estudantes e à cidade de Santos”, afirmou.
Ela ainda reforçou o papel da criatividade no desenvolvimento urbano.
“A criatividade vai determinar o futuro das cidades. Quando aproximamos a academia das pessoas e das ideias, criamos uma força propulsora para dar continuidade aos projetos”, completou.
Na sequência, Daniel Papa Garcia, secretário do Ministério do Empreendedorismo, subiu ao palco e destacou o peso da iniciativa.
“A responsabilidade é muito grande. Parabéns pela força de tudo o que o Juicy representa. De forma resumida, o Ministério nasceu para impulsionar um setor que já representa cerca de 30% do PIB”, afirmou.
Além disso, Daniel apresentou um panorama das ações do ministério. Ele destacou como o cenário pós pandemia acelerou o empreendedorismo no Brasil e exigiu políticas públicas mais estruturadas para apoiar quem decidiu empreender.
Com isso, reforçou a importância de iniciativas que conectam criatividade, negócio e território.
Logo depois, com o público aquecido e o palco pronto, o GOMO 2026 começou oficialmente.
Veja alguns dos destaques do primeiro dia do Festival GOMO de Criatividade
Humor e criatividade na produção de conteúdo de redes sociais – como isso impacta o seu negócio?
Vitor diCastro subiu ao palco com humor e franqueza, mas também com uma trajetória que mistura persistência, reinvenção e leitura de mercado. Logo de início, ele quebrou o gelo: “Eu vim em missão de paz”. Em seguida, se apresentou com ironia: “Tenho 36 anos, sou ator e meu primeiro papel foi Jesus, com seis meses de idade”.

A fala leve abriu caminho para uma história marcada por escolhas firmes.
“Sempre gostei disso, era a criança que era chamada para fazer as coisas”, contou. Depois, completou: “Fazia aula de teatro e, quando terminei o ensino médio, resolvi seguir o teatro”.
A decisão o levou para São Paulo com poucos recursos e muita convicção. “Cheguei com uma mala e um sonho”, disse. Nesse período, enfrentou dificuldades financeiras, mas manteve o foco. Quando concluiu a formação, veio um choque de realidade:
“Sempre achei que o diploma abriria as portas. Mas quando você chega no mercado de trabalho, descobre que as oportunidades nem sempre estão disponíveis”.
Foi nesse contexto que ele começou a produzir conteúdo para a internet, em 2014. Após a morte do pai, decidiu investir o pouco que tinha.
“Peguei R$ 1.000 de herança e comprei equipamento para gravar”, relembrou.
Na época, o cenário digital ainda era incipiente.
“Não tínhamos tanto o costume de gravar. Fui entendendo e resolvi levar aquilo mais a sério”.
A virada veio quando decidiu falar sobre astrologia, mas de um jeito diferente.
“Já existia muito conteúdo astrológico, mas era muito sério, difícil de entender. Resolvi usar o humor”.
Assim nasceu o projeto que o tornaria conhecido.
Em uma decisão arriscada, lançou 24 vídeos de uma vez. “Lancei os vídeos rezando”, contou. O resultado surpreendeu:
“Depois de uma semana, um deles bateu 8 milhões de views”.
A estratégia, no entanto, trouxe um novo problema.
“Eu entendi que as pessoas estavam certas, eu não tinha mais o que lançar. E agora?”
A resposta veio do próprio público.
“Foi quando percebi que o consumidor diz o que quer. Queriam consumir o produto”.
A partir disso, ele manteve a produção enquanto ainda tinha um emprego formal, até a pandemia mudar tudo.
“Peguei meus 40 melhores vídeos e postei durante os 40 dias de quarentena”, explicou.
A ideia era simples:
“Vou oferecer entretenimento enquanto todo mundo está em casa”. Em seguida, aumentou o ritmo. “Passei a produzir três vídeos por dia”. O impacto foi direto. “Foi aí que minha vida mudou completamente”.
Com o crescimento, veio a profissionalização. “Deixei de ser pessoa física e virei uma marca”, afirmou. Ele estruturou equipe, fechou contratos e passou a tratar o conteúdo como negócio.
Durante a palestra, Vitor destacou uma mudança central no mercado digital.
“O TikTok fez uma coisa que nenhuma rede fez: mostrou que pessoas anônimas podiam viralizar”.
Segundo ele, isso redefiniu o jogo.
“Hoje, todo mundo que quer ter uma marca precisa ter impacto nas redes sociais”.
Nesse cenário, a distinção entre criador e empreendedor praticamente desapareceu.
“Antes existiam criadores de conteúdo e pessoas normais. Hoje, se você empreende, você também precisa criar conteúdo”.
Ele detalhou essa nova exigência:
“Você precisa estudar técnica, entender luz, cor, produto. E também saber fazer trend, ter ring light, celular bom, microfone”.
Ao mesmo tempo, fez uma crítica direta ao sistema. “Não acho isso justo”, disse. E completou, sem rodeios: “O capitalismo não é justo”.
A reflexão avançou para o papel das redes na existência das marcas. “Uma marca sem rede social consegue sobreviver?”, questionou. Em seguida, provocou a plateia: “A marca que não está nas redes sociais, ela de fato existe?”
Mesmo com o tom crítico, Vitor manteve o humor característico.
“É tanto criador de conteúdo hoje em dia que eu queria ver um destruidor de conteúdo”, brincou.
Por fim, deixou um alerta importante para quem associa volume a resultado. “Quantidade não está ligada à qualidade, nem ao número de vendas”, afirmou, usando a própria trajetória como exemplo.
“O objetivo final de um empreendedor é vender. A partir disso, fica claro que a criação de conteúdo não é um fim, mas uma ferramenta para impulsionar vendas. Por isso, definir o foco faz toda a diferença: você quer apenas produzir vídeos ou fortalecer a sua marca para vender mais?”
Entre risos e provocações, a palestra deixou uma mensagem clara: visualização não é nada, mais do que talento, o cenário atual exige leitura de contexto, adaptação constante e coragem para testar caminhos fora do óbvio.
A economia da coragem: como aplicar o seu borogodó para construir futuros possíveis.
Daniel Domingues, mentor de processos de autodescoberta, abriu o painel com uma reflexão sobre escolhas de vida e a necessidade de questionar caminhos considerados naturais. Em um tom emotivo, ele conduziu o início da conversa propondo uma análise sobre satisfação e desejos construídos ao longo da trajetória profissional.
“O óbvio precisa ser dito.”
Segundo ele, a insatisfação surge da diferença entre o que se tem e o que se deseja, muitas vezes influenciada por expectativas externas. Ao longo da fala, destacou como o mercado e os algoritmos moldam ambições que nem sempre refletem quem as pessoas realmente são.
“Quanto mais a gente quer o que talvez nem faça parte do que somos, menos a gente fica.”
Daniel também compartilhou experiências pessoais de reinvenção após um burnout, quando decidiu abandonar o caminho corporativo para buscar maior alinhamento com sua essência. Para ele, esse movimento exige um processo interno profundo e desafiador.
“O convite aqui é: a melhor jornada é a pra dentro, e ir para dentro é muito difícil.”
Na sequência, Marcelo Correia, cantor, compositor, palestrante e criador de projetos voltados ao letramento do cuidado, trouxe a discussão sobre coragem, masculinidade e transformação pessoal. Ele apresentou seu trabalho voltado à educação emocional de meninos e homens, destacando a importância de romper padrões impostos socialmente.
“Para construirmos esse mundo é preciso de muita coragem, mesmo quando disserem que é bobagem.”
Marcelo criticou a ideia de que o cuidado deve ser suprimido na construção da identidade masculina e refletiu sobre os impactos dessa lógica ao longo da vida.
“Para ser homem, temos que suprimir o cuidado, foi algo roubado de nós por essa visão de masculinidade.”
Ao abordar o conceito de “borogodó”, ele ampliou o significado da expressão para além do senso comum, associando-o à autenticidade e à resistência frente à padronização.
“O borogodó é aquele tempero gostoso, aquele detalhe que faz algo especial, aquilo que é único, que atrai a gente.”
“O mundo está padronizando a gente, então o borogodó também é resistência, é nadar contra a maré, ser quem se é sem medo.”
Ele também compartilhou sua trajetória de transição após experiências de esgotamento físico e emocional, quando percebeu que havia se encaixado em um modelo que não refletia sua identidade.
“O errado é o molde que eu me encaixei, eu fiz uma transição de vida.”
Ao retomar a carreira artística, enfrentou pressões do mercado por formatos mais comerciais, o que o levou a refletir sobre validação e identidade.
“Corremos tanto atrás da atenção do outro, que perdemos quem somos.”
Marcelo destacou ainda a paternidade como um ponto de transformação em sua vida, ampliando sua relação com o cuidado e a educação.
“Minha maior transformação foi a paternidade. Como homem entrei no lugar do educar, do cuidar e me senti feliz.”
Encerrando o painel, Mari Araújo, executiva com experiência em estratégia e inovação, trouxe uma abordagem voltada ao autoconhecimento e às possibilidades de construção de futuro. Ela iniciou sua fala questionando as definições tradicionais de identidade.
“Já fui casada, já fui mãe, mas hoje não tenho esse papel. Então o que eu sou?”
A partir dessa reflexão, apresentou três caminhos possíveis que orientam a vida das pessoas. O primeiro, guiado por expectativas sociais e culturais; o segundo, construído a partir de decisões próprias; e o terceiro, que surge de forma inesperada.
“Esse futuro guia grande parte de nossa vida.”
“O terceiro futuro é aquele que emerge.”
Mari compartilhou sua própria mudança de trajetória ao se reconectar com a terra e repensar sua relação com trabalho e propósito. Nesse processo, associou o burnout à degradação interna e ambiental.
“O burnout é a desertificação do homem. É a destruição que fazemos com nós mesmos e também com o planeta Terra.”
Ao final, defendeu a importância de reduzir o controle excessivo sobre a vida e permitir que novos caminhos se revelem ao longo do percurso.
“Hoje eu trabalho desenvolvendo conservas de frutas, que estava fora do meu planejamento do futuro.”
“O terceiro futuro é aquele que emerge.”
O painel terminou com um momento emocionante de autorreflexão e uma apresentação musical de Marcelo.
O diabo veste algoritmo: 25 anos de bastidores das revistas de moda ao TikTok.
André do Val, jornalista de moda e consultor de estilo com mais de duas décadas de atuação, conduziu a palestra com reflexões sobre a relação entre tecnologia, comportamento e consumo. Com experiência em veículos como Vogue Itália, Marie Claire e Folha de S.Paulo, ele apresentou um panorama das mudanças no setor desde o início da internet até a era dos algoritmos.
“Quando eu comecei em 2000 não tinha internet. Todo mundo que trabalha com moda tem essa vontade do novo, então me interessei pela internet.”
Ao contextualizar sua trajetória, André explicou que a moda sempre esteve ligada à ideia de renovação constante, incentivando o consumo e a busca por atualização como forma de pertencimento social.
“Mostrar que você está atualizado te dá um ganho social.”
Ao longo da palestra, ele destacou que as transformações tecnológicas aceleraram esse processo, alterando profundamente a dinâmica da indústria e da comunicação. Segundo o consultor, o modelo tradicional, em que revistas e editores definiam tendências com meses de antecedência, foi completamente impactado pela velocidade da internet.
“Tivemos que aprender a escrever para a internet. Toda a cobertura de moda era voltada para revista.”
“Com a internet isso quebrou completamente.”
Ele relembrou o período em que atuou no lançamento do primeiro site de moda do Brasil e como a digitalização modificou a forma de produzir e consumir conteúdo. Para André, a rapidez da informação redefiniu não apenas a comunicação, mas também o próprio conceito de moda.
“A ideia de moda rápida não é só da produção, mas da informação rápida.”
Com a popularização das redes sociais, ele observou uma mudança no papel do público, que passou a opinar constantemente sobre tendências e estilos, muitas vezes sem critérios técnicos.
“Crítico de moda hoje em dia é igual de técnico de futebol. Todo mundo quer dar palpite.”
Diante desse cenário, André ressaltou a importância de desenvolver senso crítico e aprender a filtrar conteúdos, destacando que o próprio usuário influencia o funcionamento dos algoritmos.
“Tenho feito a técnica de não interagir com o que eu não quero ver.”
Ao abordar o avanço da inteligência artificial, o jornalista defendeu uma postura de adaptação, e não de resistência. Para ele, a tecnologia deve ser incorporada como ferramenta de trabalho e apoio à criação.
“Não temam a tecnologia na moda.”
“Estamos com medo da IA, mas ela já está aí. Temos que nos adaptar e saber usar ela a nosso favor.”
Apesar disso, reforçou que o fator humano continua sendo essencial, especialmente em áreas que envolvem subjetividade e identidade. Nesse contexto, diferenciou moda e estilo, destacando o papel das escolhas individuais.
“Estilo é o que você escolhe se vestir que diz quem você é.”
Ele também chamou atenção para o impacto coletivo das decisões individuais, ressaltando que a forma de se vestir está sempre relacionada ao olhar do outro.
“Em maior efeito ou menor, sempre estamos pensando no outro. Nos vestimos pelo coletivo.”
Ao final, André refletiu sobre a crescente humanização das tecnologias e os limites dessa relação, defendendo que ferramentas como inteligência artificial devem ser compreendidas como recursos, e não substituições da experiência humana.
“Use a informação, use a tecnologia a seu favor, mas traga sempre para o lado humano.”
Feira GOMO
Enquanto rolavam as palestras e painéis, o público também teve a oportunidade de apoiar empreendedores na Feira GOMO.
Assista ao Festival Gomo na íntegra
Como chegar ao Festival GOMO de Criatividade
Sobre o local: o Juicyhub fica na Av. Ana Costa, 433, 4º andar, no Gonzaga. Região central, fácil de achar. Tem estacionamento disponível no local por volta de R$ 50 a diária. Mas, se você mora perto ou tem ônibus pela Ana Costa, considere chegar de transporte público. Quem é de Santos sabe que o Gonzaga fica cheio no fim de semana.
Sobre a inscrição: é gratuita, mas as vagas são limitadas. Faça pelo Sympla antes do evento e agilize sua entrada. Se deixar pra se cadasrar na fila, corre o risco de ficar de fora.
Sobre levar as crianças: pode e deve. O espaço kids tem recreação, BrincaYoga para famílias e contação de histórias nos dois dias.
Sobre acessibilidade: o espaço é adaptado para PCDs e conta com intérprete de Libras. O GOMO foi pensado para ser de todo mundo, de verdade.
Esta edição do Festival GOMO de Criatividade conta com o patrocínio master da Adobe e do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Apoiam o Festival GOMO a Prefeitura Municipal de Santos, por meio do programa Feito em Santos, a SB7 Som & Luz e a São Judas Campus Unimonte. São parceiros do festival a Minimal Design, VMB Eventos, Cursino e Teodoro da Silva Advogados, OAB Subseção Santos, Guard Lock, Motorádio, Eletromidia e Programa JB.