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Meu pet partiu, e agora? Como lidar com a despedida de um bichinho

Quando um pet parte, o vazio é real e, muitas vezes, vem acompanhado de dúvidas práticas sobre o que fazer naquele momento

Tempo de leitura: 4 minutos

Existe um luto que muita gente ainda não sabe como nomear. Não porque seja menos real — mas porque a sociedade ainda está aprendendo a reconhecê-lo. Quando um cachorro, um gato, um coelho ou qualquer outro animal de estimação morre, o vazio que fica é genuíno. E, mesmo assim, a maioria das pessoas não sabe o que fazer nas horas seguintes.

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O pet faz parte da família 

Uma pesquisa do Instituto Pet Brasil aponta que o país tem mais de 150 milhões de animais domésticos. Na Baixada Santista, basta olhar para as calçadas da orla, os parques e os condomínios para saber que os pets estão em todo lugar – e, em muitos casos, são a principal companhia de idosos que moram sozinhos, crianças em desenvolvimento e até mesmo adultos que encontraram neles um suporte emocional real.

Portanto, quando esse vínculo se rompe, o luto que vem junto merece acolhimento e não minimização. Esquece aquele “é só um bicho” que ainda infelizmente está presente na fala de quem não entende.

Além disso, há uma lacuna prática que poucos comentam: no momento da perda, a família precisa tomar decisões rápidas — e muitas vezes sem nenhuma referência de onde buscar ajuda.

O que existe de concreto na Baixada Santista

Uma informação que surpreende é que não há sepultamento pet na Baixada Santista. Contudo, existe uma alternativa digna, estruturada e feita com cuidado real: a cremação.

O Cemitério Metropolitano — referência em São Vicente há mais de 20 anos — criou o Metropolitano Pet, um serviço pensado especificamente para quem precisa dizer adeus ao seu animal com respeito e carinho.

A estrutura resolve exatamente o que trava a família nas horas mais difíceis:

  • Atendimento e remoção 24 horas, inclusive finais de semana e feriados. Isso significa que sempre há alguém disponível para ajudar.
  • Certificado de Cremação Digital, um documento oficial que comprova a realização do processo.
  • Urnas de cinzas com design exclusivo Metropolitano Pet, personalizadas e sustentáveis — para quem quer guardar a memória de forma especial.
  • Apoio psicológico, com conversas empáticas e programação mensal para quem precisa processar a perda.

Apoio emocional 

O luto pelo pet ainda carrega estigma. Muita gente se sente constrangida de demonstrar tristeza publicamente — como se precisasse pedir licença para sentir. Assim, o sentimento fica represado, sem espaço para ser processado de forma saudável.

O Metropolitano Pet inclui suporte psicológico justamente porque entende isso. É o reconhecimento de que essa perda é legítima e merece cuidado humano, não só logístico. Contudo, esse tipo de suporte ainda é raro na região.

Assim como se planeja o plano de saúde do animal ainda filhote, faz sentido conhecer as opções antes que a urgência chegue e o Metropolitano Pet também funciona com plantão ativo via WhatsApp. 

Uma estrutura com história

O Cemitério Metropolitano existe há mais de duas décadas em São Vicente. É um dos poucos empreendimentos da Baixada Santista com atendimento humanizado reconhecido nacionalmente — tendo recebido por três vezes consecutivas o Prêmio Acembra Sincep de Qualidade e Excelência em gestão.

Além disso, o espaço oferece serviços como cremação, cerimônias de homenagem, QR Code de homenagem e claro, a estrutura completa para pets — tudo dentro de um mesmo conceito que une tradição, modernidade e cuidado real com as famílias da região.

Serviço

Metropolitano Pet R. Lima Machado, 563 — Parque Bitaru, São Vicente — SP
Plantão PET (WhatsApp):
(13) 99175-7309
WhatsApp Metropolitano: (13) 99685-7853
cemiteriometropolitano.com.br/pet
Atendimento e remoção 24h — inclusive fins de semana e feriados

Esta matéria é um publieditorial em parceria com o Cemitério Metropolitano.

Vitor Fagundes
Texto por

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