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Como construir uma carreira que sobreviva ao futuro?

Em um mercado que muda o tempo todo, quem ajuda na formação também precisou aprender a se reinventar

Tempo de leitura: 4 minutos

Essa é uma pergunta que atravessa gerações. Ela mudou de roupa, ganhou novas palavras e uma boa dose de incerteza. Ainda assim, continua aparecendo na vida de quem está escolhendo uma profissão, pensando em mudar de área ou tentando acompanhar um mercado que parece acelerar todos os dias: como construir uma carreira que ainda faça sentido daqui a 10, 15 ou 20 anos?

A resposta não é simples. E, hoje, menos ainda.

Basta olhar para trás. Há pouco tempo, profissões ligadas à inteligência artificial, à criação de conteúdo digital ou à experiência do usuário sequer faziam parte das conversas sobre carreira. Ao mesmo tempo, outras áreas precisaram se reinventar para acompanhar novas tecnologias, hábitos e demandas da sociedade.

Essa transformação também mudou o papel dos centros universitários, como o Centro Universitário São Judas que celebra, em 2026, os seus 55 anos. Afinal, formar profissionais deixou de ser apenas transmitir conhecimento. Passou a significar preparar pessoas para aprender continuamente, adaptar rotas e acompanhar um mundo em movimento o tempo todo.

Fachada principal da Universidade São Judas com letreiro azul, carros estacionados e pessoas na calçada, sob céu claro.

Uma história que começou antes dos 55 anos

Embora a celebração tenha como referência 1971, quando nasceram as Faculdades São Judas, a origem dessa trajetória começa bem antes.

Em 1947, Alberto Mesquita de Camargo e Alzira Altenfelder Silva Mesquita criaram um curso preparatório para os exames de admissão aos ginásios do Estado. O sucesso da iniciativa levou à fundação do Colégio São Judas Tadeu e abriu caminho para o projeto de ensino superior que surgiria anos depois.

Lá no início, chegou oferecendo Administração e Ciências Contábeis. No ano seguinte, Letras e Matemática passaram a integrar a grade acadêmica, ampliando as possibilidades para quem buscava formação superior.

Ao longo das décadas, expandiu seus cursos, sua estrutura e sua presença no estado de São Paulo. Em 1989, recebeu o reconhecimento oficial do Ministério da Educação, consolidando um percurso iniciado quase 20 anos antes.

Enquanto isso, o mercado de trabalho também mudava. Novas áreas surgiam, outras se transformavam e a necessidade de atualização constante passava a fazer parte da rotina de praticamente todas as profissões.

A Baixada Santista faz parte 

Essa história também encontrou espaço na Baixada Santista.

Em 1971, surge a Associação Educacional do Litoral Santista (AELIS), instituição que, anos depois, daria origem ao Centro Universitário Unimonte. Desde 2018, essa trajetória passou a integrar a São Judas por meio do Campus Unimonte.

Essa integração reuniu histórias que já faziam parte da formação de milhares de profissionais da região.

Ao longo dos anos, estudantes passaram pelas salas de aula do campi e seguiram caminhos diversos. Hoje, muitos atuam em empresas, hospitais, escolas, escritórios, indústrias, startups e também abriram seus próprios negócios na Baixada Santista.

Esse movimento acompanha uma transformação que o próprio Juicy Santos observa há bastante tempo. Cada vez mais pessoas conseguem construir uma carreira sem precisar deixar a região.

E não parou em Santos. A primeira faculdade de Medicina de Cubatão chegou pelas mãos da São Judas, levando ensino de ponta para quem está na sala de aula e atendimento humanizado para essa comunidade.

O fortalecimento da economia local, aliado ao crescimento de setores como tecnologia, saúde, inovação, logística e economia criativa, ampliou as oportunidades para quem deseja desenvolver a própria trajetória profissional perto de casa.

Aprender continua sendo a habilidade mais importante

Durante muito tempo, o diploma representava o ponto final da formação. Hoje, ele marca apenas o começo do caminho.

Ferramentas aparecem em ritmo acelerado. Tecnologias transformam profissões. As empresas mudam suas necessidades. E quem segue aprendendo tende a acompanhar essas mudanças com mais segurança.

Por isso, ao chegar nos 55 anos, a São Judas vai além de olhar para o passado. A instituição reconhece uma trajetória construída acompanhando diferentes gerações de estudantes e um mercado que nunca permaneceu parado.

Nessas cinco décadas dedicadas ao ensino superior, uma coisa é certa: o conhecimento continua sendo um dos poucos investimentos capazes de acompanhar qualquer mudança.

Essa matéria é uma publieditorial em parceria com a São Judas Unimonte
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