Victória Silva
Texto porVictória Silva
Jornalista, 23 anos - Santos

Ajude a salvar a vida de Maya

Na manhã de 25 de janeiro de 2017, uma quarta-feira, Lara entrou em trabalho de parto.

O futuro papai, Luiz, pegou a bolsinha rosa com os itens já separados para o bebê e outra bolsa com as coisas da esposa e, correndo, colocou tudo no porta-malas. Então voltou para auxiliar a esposa no caminho até o carro e dirigiu para o Hospital de Ilhabela.

Horas depois, o primeiro choro da pequena pôde ser ouvido nos corredores da maternidade. A menina nasceu em um parto natural que emocionou o pai e a mãe. Enquanto isso, o irmão mais velho, Matheus, estava ansioso em casa.

Como a maioria das histórias de um nascimento, em poucos dias, a família voltou a se reunir – todos babando no cheirinho de recém-nascido, nas mãozinhas minúsculas e em tudo que a Maya fazia.

Só que a vida dos Begliomini mudou alguns meses depois, com o diagnóstico de Atrofia Muscular Espinhal (AME).

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“Nós reparamos que o corpo dela era mole demais se comparado com o das outras crianças com a mesma idade. Por isso, decidimos verificar se existia algum problema de desenvolvimento e passamos em 3 neurologistas diferentes, todos deram o mesmo diagnóstico”, explica o pai.

Depois de fazer vários exames e testes, confirmou-se a suspeita. Essa foi a primeira vez que a família ouviu falar na doença. Por isso, recorreram ao Google para entender do que se tratava e o que poderiam fazer pela filha.

Dessa maneira, descobriram um médico especialista e um remédio que pode ajuda-la.

“Isso foi há menos de 1 mês. A doença não tem tratamento autorizado aqui no Brasil. O remédio que nós encontramos é o Spinraza. Ele é utilizado nos EUA. Essa droga paralisa a doença e, assim, ela pode ter melhoras significativas”.

O valor do remédio, somado aos impostos e taxas de importação, é de R$ 3 milhões.

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A família não tem condições de arcar com o valor e nem tempo para esperar a ação judicial (que já foi iniciada) ter um resultado. Então eles deram início a uma campanha de financiamento coletivo.

Você pode doar para Maya clicando aqui!

Além disso, aceitam-se depósitos nas contas bancárias que vão ajudar a salvar a vida de Maya:

Banco do Brasil
Ag 6997-3 | Conta Poupança 10919-3 | Correntista Variação 51

Banco Itaú
Ag 8124 | Conta Poupança 27232-2 | Correntista Complemento 500

Banco Caixa
Ag 1571 | Conta Poupança 10030-7 | Correntista Operação 13

Todas as contas estão em nome de Maya Fernandes Begliomini, no CPF 532.519.438-13.

Atualmente, a família vive em Guarujá, onde encontrou maior suporte para o tratamento da filha. Para acompanhar o andamento do caso ou informações adicionais é só curtir a página da campanha no Facebook.