Juicy Santos
Texto porJuicy Santos
Santos

A Copa já tem seu vencedor – e ele está pistola!

O Mundial da Rússia já chegou às quartas. Restam oito seleções a sonhar com o título máximo do futebol.

Uma delas tem cinco estrelas na camisa e busca sua sexta. Mas a figura mais vitoriosa da Copa já é conhecida da torcida: o canarinho pistola, mascote da Seleção.

Mesmo com atuação limitada pelas imposições territoriais da Fifa, o canarinho marrento não faz por menos.

www.juicysantos.com.br - canarinho pistolaCanarinho Pistola em Rostov/Foto:Lucas Figueiredo/CBF

Exibe sua simpatia ao lado da torcida, puxando o coro, tocando instrumentos e embalando o apoio dos brasileiros que foram à Rússia para acompanhar a saga de Tite e companhia. Ah, ele também tem samba – e bola – nos pés.

O canarinho pistola é fruto de uma ação de marketing da CBF, que tentou reaproximar a Seleção de seu torcedor, após o vexame de 2014. Ele nasceu até com uma carinha mais simpática, amistosa. Mas amistoso é amistoso, e jogo para valer é outra história. Assim, competitivo, o canarinho mudou suas feições e ganhou o ar “pistola” de hoje.

Canarinho pistola por aí

Tirou muita onda pelas cidades onde o Brasil já passou neste Mundial.

Em Liverpool, por exemplo, “foi” ao Cavern Club, palco do surgimento dos Beatles. Também tirou foto com as estátuas de John, Paul, George e Ringo.

www.juicysantos.com.br - canarinho pistola

Andou de charrete, pagou de sambista ouvindo Raça Negra… e ganhou de vez a galera. Virou até item pra colorir os Stories no Instagram.

A CBF chegou a pedir que se evitasse o uso do “pistola” ao lado do nome do canarinho.

Besteira, não tem mais jeito. Caiu na boca do povo, nos braços da torcida. Já existem cerca de 20 produtos licenciados com o canarinho. Além disso, ganhou até as bênçãos de Tite. A torcida brasileira, enfim atuante (para o lado bom) ao acompanhar a Seleção, tem seu fiel representante.

Que o canarinho voe até a final e traga o hexa.

*Anderson Firmino é jornalista desde 2001. Trabalhou no jornal A Tribuna, na editoria de Esportes, entre 2006 e 2018.